domingo, 26 de outubro de 2008

(conquistador barato)

"...nada a mais do que menos...
...me torno o pior das antiteses...
...mas sem um unico choro...
...não estou me sufocando 'demais'...
...mas sim me respirando 'demenos'...
...sou toxico e inerente para exposto...
...citado nas ridicularidades sociais..."

(Lorah)

"...cada um ando com quem quizer...
...só não querem andar comigo...
...essa historia ja foi contada...
...de varias maneiras mas com mesmo...
...final..."

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Modernidade

"...diferente daqueles que precederam...
...eu me mostro menos tolo...
...mas num resumos bruto...
...para ser lapidado se quisera..."

Trecho - por Fulano de Albuquerque

"...era madrugada. embora parecesse dia,
tua mão faz poesia, com um cordão dependurado.
um quinhão desamassado, com um verso bem seguro,
conta um fato absurdo, pra espantar a nostalgia.

conta que na calada do dia, sem que estivesse apaixonado,
fizeste a maior loucura, que ainda o pior dos pecados duvida.
puseste a mão na ferida e esqueceste do curado, que não lhe mantinha esquecida.
escolheu morrer em vida, pra não parecer que podia e nem ter de dar recado.

morreu pensando na vida.
morreu lambuzado, pelo mel da ferida.
aquilo tudo parecia iluminado.
mas era madrugada, embora parecesse dia..."

"...era madrugada. embora parecesse dia,
tua mão faz poesia, com um cordão dependurado.
um quinhão desamassado, com um verso bem seguro,
conta um fato absurdo, pra espantar a nostalgia.

conta que na calada do dia, sem que estivesse apaixonado,
fizeste a maior loucura, que ainda o pior dos pecados duvida.
puseste a mão na ferida e esqueceste do curado, que não lhe mantinha esquecida.
escolheu morrer em vida, pra não parecer que podia e nem ter de dar recado.

morreu pensando na vida.
morreu lambuzado, pelo mel da ferida.
aquilo tudo parecia iluminado.
mas era madrugada, embora parecesse dia..."

domingo, 19 de outubro de 2008

(refinal)

"...a unica certeza...
...é a propria moral que continua...
...inauterada?..
...rigida?...
...presuposta..."


(recomeço)

"... quem você nega?...
...Eu...
...Talvez possa não ser realmente você...
...As animos se renovam..."

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Dizima de um só




"O seu nome é Dulcinéia, sua pátria Toboso, um lugar da Mancha; a sua qualidade há de ser, pelo menos, Princesa, pois é Rainha e senhora minha; sua formosura sobre-humana, pois nela se realizam todos os impossíveis e quiméricos tributos de formosura"

(passagem de Dom Quixote )








Na minha epoca de medio custumeiramente eu tendia a zombar daqueles poetas mortos que escreviam as coisas mais belas em meio a desgraça. Poetas esses, que dificilmente conquistavam a "sua musa" e viviam o resto de seus anos escrevendo coisas em seu silencio e as vezes, mesmo que em vão, gritavam/ publicavam suas obras para que todos podessem ouvir e/ou talvez o objeto de seu desejo.

Eles eram todos homericos demais, transformavam coisas pequenas em algo colossal, provavelmente a tal musa desses caras (poetas?) era a mina (donzela?) que deu 10 centavos de troco na padaria onde eles compraram pão de manha. Diria então que poderiam ser chamados de amplificadores (trouxas?) de sentimentos, transformando toda e qualquer resquicio em algo monumental (com palavras esteticamente e em redondilhas maiores).

(pausa)

Entretanto seculos depois se tornam icones da rejeição (não todos em sua maioria mas sim a maioria como um todo) e passam a ser estudados, mantendo assim aquele mesmo tom de ironia que os inquietavam e que os vislumbravam.

Não existem mais poetas .... apenas ceticos ...isso... desacreditados .... tanto em si e em neles mesmo...

Então me torno um cetico ...pois agora não acredito em nada disso ...

At the end ... one humdred yers is soo much time to wait

... and then the next bus never come